Então, Deus pensou fazer Liedson. No primeiro dia, caprichou: fez-lhe um pé direito celestial. No segundo dia, já não foi tão perfeito mas ainda fez um maravilhoso pé esquerdo, quem dera muitos dextros tê-lo assim. O terceiro dia Deus dedicou-o às duas pernas, fê-las para arranques irresistíveis.
No quarto dia, Deus atirou-se à bacia, permitindo-lhe rotações quase impossíveis. Subindo sempre, no quinto dia, Deus ocupou-se dos pulmões, pujantes. Antes de chegar à cabeça, o sexto dia foi todo para um dedicado coração. Ao sétimo dia, Deus descansou.
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